Nossa! A mãe da J. pega pesado com ela:
“Não sou gorda nem magra, mas minha mãe vive me dizendo que eu tenho que emagrecer e ainda por cima fala que não sabe o que o meu namorado viu em mim. Fico mal, mesmo gostando de ser como eu sou. Estou louca para fazer 18 anos e sair de casa logo.”
Ai, ai, ai. NINGUÉM MERECE mãe que joga contra, né? Que coisa!
Querendo ou não, opinião de mãe é um negócio que pesa um monte. A gente pode fingir que não está nem aí, mas a real é que quando temos o apoio e a aprovação delas ficamos mais seguras e a vida parece ser mais fácil. Por outro lado, dói demais quando elas resolvem complicar o nosso caminho.
A mãe da J. pode ser só mais uma dessas mães neuróticas com a estética que ficam regulando cada caloria consumida pela filha sonhando que um dia a pequena possa estampar uma capa de revista. Se for esse o caso, sente com ela para uma conversa séria. Diga que você está comprometida com a sua saúde, mas não tem nenhuma intenção de se submeter a uma dieta infinita só para ter uma cinturinha de modelo. Mostre que a vida é muito mais do isso e que você está feliz com o seu corpo. Vale também dar para ela as reportagens da CAPRICHO sobre os perigos dos distúrbios alimentares (como aqui, ali e lá).
Se nem assim ela sair do seu pé, o melhor é praticar o doloroso exercício de deixar as críticas entrarem por um ouvido e saírem pelo outro. É praticamente um treinamento zen, mas uma hora fica automático e você não vai nem ligar.
Agora…se ela for daquelas que parece ter como esporte preferido colocar a filha pra baixo, a J. tem um problemão. E eu lamento muitíssimo porque não é nada fácil lidar com uma mãe assim.
Apesar de achar que as melhores soluções para esses tipos de conflito surgem de longas e sinceras conversas, entendo que nem toda relação tem espaço para isso. Daí, o melhor mesmo é tentar manter uma certa distância, evitando brigas e discussões, deixando bem claro que essa é uma batalha que ela está lutando sozinha.
O mais importante, J., é não deixar essas críticas abalarem sua auto-estima. Você se gosta, está feliz e tem um namorado legal. Não se esqueça disso nunca. E enquanto espera seus 18 anos, comece a fazer planos concretos para conseguir sua independência. É uma maneira positiva de canalizar a sua mágoa!
Tem mais gente por aí com mãe que joga contra? Conta!
beijo
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domingo, janeiro 17, 2010
quarta-feira, janeiro 13, 2010
Como terminar uma amizade sem drama?
A gente encontra por aí mil dicas de como terminar um namoro, mas como fica quando queremos acabar com uma amizade sem brigas? A H. não sabe como agir:
“Eu tenho uma amiga que gosta de fazer intrigas, falar mal dos outros e ainda por cima quer saber de tudo. Resumindo não aguento mais ela. Mas tenho pena e não quero magoá-la. Como faço para ela largar do meu pé sem machucá-la?”
Bom, H., o seu é mais um caso de “amiga que não é bem amiga”, né? Ela é alguém que está próxima de você, mas amiga mesmo é aquela pessoa em quem a gente pode confiar 100%, que sempre está do nosso lado quando a gente precisa e que cuida da amizade com muito carinho (mesmo que às vezes dê uma ou outra mancada). E gente invejosa e que gosta de fazer intrigas dificilmente se enquadra nesse perfil.
O caminho mais fácil, e que muita gente escolheria, seria mesmo dar um chega pra lá na menina e dizer com todas as letras que você não quer ser amiga dela. Mas concordo com você que, nesse caso, vale a pena evitar o drama e o conflito. Afinal de contas, se ela é tão do mau, melhor não cutucar.
A melhor saída é ficar menos disponível. Não atender telefonemas, não dar muita atenção para as histórias que ela conta, recusar convites e, acima de tudo, parar de dividir suas histórias e seus segredos com ela. Por conta desse afastamento forçado, pode ser que ela venha te cobrar: se faça de desentendida e não dê importância. Com o tempo, ela vai cansar e talvez encontre outra pessoa para sugar as energias, ou não. Vai ficar sozinha e, quem sabe, se ligar que é hora de mudar. Tomara.
O mais importante é que você não se sinta culpada. Ninguém tem a obrigação de manter uma amizade capenga. Não precisa tratar mal, mas não tem porque deixar ela ocupar tanto espaço na sua vida.
Tem tanta gente que me escreve reclamando das amigas que fico pensando se a gente não faz amizades rápido demais. Não estou dizendo para virarmos umas loucas desconfiadas de tudo e de todos, só que, talvez, devemos ir com um pouquinho mais de calma quando o assunto é fazer novas amigas.
O que vocês acham?
beijo
“Eu tenho uma amiga que gosta de fazer intrigas, falar mal dos outros e ainda por cima quer saber de tudo. Resumindo não aguento mais ela. Mas tenho pena e não quero magoá-la. Como faço para ela largar do meu pé sem machucá-la?”
Bom, H., o seu é mais um caso de “amiga que não é bem amiga”, né? Ela é alguém que está próxima de você, mas amiga mesmo é aquela pessoa em quem a gente pode confiar 100%, que sempre está do nosso lado quando a gente precisa e que cuida da amizade com muito carinho (mesmo que às vezes dê uma ou outra mancada). E gente invejosa e que gosta de fazer intrigas dificilmente se enquadra nesse perfil.
O caminho mais fácil, e que muita gente escolheria, seria mesmo dar um chega pra lá na menina e dizer com todas as letras que você não quer ser amiga dela. Mas concordo com você que, nesse caso, vale a pena evitar o drama e o conflito. Afinal de contas, se ela é tão do mau, melhor não cutucar.
A melhor saída é ficar menos disponível. Não atender telefonemas, não dar muita atenção para as histórias que ela conta, recusar convites e, acima de tudo, parar de dividir suas histórias e seus segredos com ela. Por conta desse afastamento forçado, pode ser que ela venha te cobrar: se faça de desentendida e não dê importância. Com o tempo, ela vai cansar e talvez encontre outra pessoa para sugar as energias, ou não. Vai ficar sozinha e, quem sabe, se ligar que é hora de mudar. Tomara.
O mais importante é que você não se sinta culpada. Ninguém tem a obrigação de manter uma amizade capenga. Não precisa tratar mal, mas não tem porque deixar ela ocupar tanto espaço na sua vida.
Tem tanta gente que me escreve reclamando das amigas que fico pensando se a gente não faz amizades rápido demais. Não estou dizendo para virarmos umas loucas desconfiadas de tudo e de todos, só que, talvez, devemos ir com um pouquinho mais de calma quando o assunto é fazer novas amigas.
O que vocês acham?
beijo
Meu namorado desconfia que não sou mais virgem, mas EU SOU!
Afe! Tem gente por aí com a maior vocação para paranóia. Parece que é o caso do namorado da L.:
“Meu namorado desconfia que eu não seja mais virgem, mas nunca tive uma relação sexual. Agora não sei se devo ficar brava com a desconfiança dele ou apenas deixar pra lá.”
Não sei se vocês concordam, mas minha impressão é que bate um ataque de insegurança geral nos meninos quando eles começam a namorar. Acho que o sentimento de estar apaixonado e ligado a apenas uma menina deixa eles meio desnorteados e eles acabam lidando com isso de um jeito todo confuso. É daí que vem o ciúmes bobo e essas paranóias sem sentido. Lógico que não acontece com todos, mas é bem comum.
No lugar da L., minha primeira reação à desconfiança dele seria: “E daí, se eu não for?”. Sem dó mesmo, para ver se ele pega no tranco. Porque, na real, ele não tem NADA a ver com isso. Mas esse é um caminho beeeem radical, e você só deve optar por ele se achar que o seu gatinho é aberto o suficiente para entender que a questão em si não tem a menor importância.
De qualquer maneira, não acho certo ele desconfiar da sua palavra e isso precisa ser dito. Sem confiança nenhum namoro vai muito longe, e se ele não conseguir acreditar em você, logo mais outros problemas surgirão. Mas também não acho que vale a pena ficar alimentando essa DR (discussão de relacionamento). Seja prática e direta: “Amorzinho, eu sou virgem e só te resta acreditar em mim. Get over it!“. Não fique dando muita trela. Uma hora ele acorda.
Muito durona eu?
Alguém mais já passou por isso? Como fez?
beijos
“Meu namorado desconfia que eu não seja mais virgem, mas nunca tive uma relação sexual. Agora não sei se devo ficar brava com a desconfiança dele ou apenas deixar pra lá.”
Não sei se vocês concordam, mas minha impressão é que bate um ataque de insegurança geral nos meninos quando eles começam a namorar. Acho que o sentimento de estar apaixonado e ligado a apenas uma menina deixa eles meio desnorteados e eles acabam lidando com isso de um jeito todo confuso. É daí que vem o ciúmes bobo e essas paranóias sem sentido. Lógico que não acontece com todos, mas é bem comum.
No lugar da L., minha primeira reação à desconfiança dele seria: “E daí, se eu não for?”. Sem dó mesmo, para ver se ele pega no tranco. Porque, na real, ele não tem NADA a ver com isso. Mas esse é um caminho beeeem radical, e você só deve optar por ele se achar que o seu gatinho é aberto o suficiente para entender que a questão em si não tem a menor importância.
De qualquer maneira, não acho certo ele desconfiar da sua palavra e isso precisa ser dito. Sem confiança nenhum namoro vai muito longe, e se ele não conseguir acreditar em você, logo mais outros problemas surgirão. Mas também não acho que vale a pena ficar alimentando essa DR (discussão de relacionamento). Seja prática e direta: “Amorzinho, eu sou virgem e só te resta acreditar em mim. Get over it!“. Não fique dando muita trela. Uma hora ele acorda.
Muito durona eu?
Alguém mais já passou por isso? Como fez?
beijos











